O roubo de celulares ultrapassou o status de crime comum e se consolidou como uma das principais fontes de renda do crime organizado no Brasil. Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FSP), quase 1 milhão de celulares foram furtados ou roubados em 2023, uma média alarmante de dois aparelhos por minuto.

Por trás dessa avalanche de crimes, está um esquema mais complexo do que se imagina: facções criminosas arrecadaram R$ 186 bilhões entre julho de 2023 e julho de 2024, explorando dados bancários e pessoais contidos nos dispositivos. O foco não está mais apenas na revenda dos aparelhos, mas sim na violação de aplicativos e contas bancárias, transformando cada celular em uma mina de dados lucrativos.

Diante do impacto social e econômico dessa realidade, o governo federal prepara medidas mais rígidas, como o aumento das penas para quem rouba ou recepta celulares e o aprimoramento do programa Celular Seguro — que permite o bloqueio remoto dos aparelhos e o envio de notificações aos receptadores. Ainda assim, especialistas alertam que sem atingir as estruturas sofisticadas das facções, a repressão nas ruas seguirá limitada.
Fonte: O Tempo

Por isso, a proteção individual também é fundamental.
O seguro para celular tornou-se indispensável: além de cobrir perdas por roubo ou furto qualificado, garante mais tranquilidade ao usuário que se vê exposto diariamente à violência urbana e aos crimes cibernéticos.

Proteger o celular é proteger sua identidade, sua conta bancária e sua tranquilidade.